Devo iniciar este comentário deixando uma pequena nota dizendo que não li o livro homónimo de Dan Brown que deu origem a este filme. Durante aquele pequeno fenómeno tentei ler mas a “qualidade” da escrita impediu-me de conseguir acompanhar a história sem me deixar profundamente irritado na forma como os capítulos e a própria narrativa está construída. Agora, saído, o filme esperava-se perceber um pouco o que se passou no ano passado com o lançamento desta obra que abalou os alicerces da Igreja Católica. As revelações seriam decerto fulminantes e não menos espantosas. 
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RottenTomatoes: 17% (COTC:11%) ; IMDB: 6.2/10
O Tédio Da Vinci
"I'm into something here that I cannot understand"
No decorrer de uma investigação de homicídio no Louvre, Robert Langdon, um conhecido especialista de simbologia religiosa, é recrutado pela polícia francesa para dar umas luzes nas pistas deixadas por um curador do museu que, antes de ter o seu último fôlego, deixou para trás uma série de códigos para ajudar na captura do seu assassino. Sophie Neveu, neta do curador e agente da polícia, auxilia Langdon no momento que percebe que os seus superiores o querem comprometer no crime, e cedo ambos se dão conta que o segredo deste homem irá abalar o mundo.
E o segredo é a primeira desilusão, ainda que desprezável tendo em conta que se trata de uma obra de ficção, mas as revelações feitas a nível de relação de Cristo com Maria Madalena através de várias obras de arte não é inédita. Aliás, muito anteriormente ao lançamento do livro de Dan Brow muitos teoristas apoiados em factos palpáveis, nomeadamente a descoberta dos evangelhos perdidos incluindo o de Maria Madalena, não tivessem já dado a conhecer a todos.
Mas tal não seria muito importante se o realizador Ron Howard tive a capacidade de transformar o romance num filme estimulante e com uma história para contar. Tal não acontece. Não só a narrativa do filme é praticamente nula, apenas demarcada por minutos incontáveis de exposição desnecessária e sonolenta, como as próprias personagens parecem passear-se roboticamente pelo ecrã, nunca estabelecendo qualquer tipo de relação entre elas. A frieza desta abordagem é notável na interpretação de Tom Hanks, que nunca chega a conter nele uma expressão ou reacção minimamente genuína, limitando-se a responder abruptamente num discurso literário entediante. Tatou, também por falta de potencialidade da personagem, não tem muito melhor desfecho e apenas Ian McKellen consegue fazer crer por alguns momentos que existe algo ali para ser explorado.
Na realidade este Da Vinci Code é nada mais que um execrável audiobook filmado, que chega a ser insultuoso na forma como insere à pressão cenas perfeitamente despropositadas, como por exemplo uma série de flashbacks – que podem ter trinta segundos ou trinta mil anos – que são o mais absurdo e ignorante recurso estilístico passível de ser usado neste drama de mistério. Há quem o chame de thriller, mas além de já ser um dos piores filmes do ano e vaiado em Cannes, é também um dos mais aborrecidos e inócuos de que há memória. 

Concordo plenamente. O filme é aborrecido. Sinceramente, as únicas coisas
de que gostei foram os sempre expressivos olhos de Audrey Tautoo e a
interpretação de Ian Mckellen.
Por outro lado, em relação ao livro, acho sinceramente que se discute algo
que não deve ser sequer equacionado. Já existiam as teses que permitiram a
sua construção? Certamente. Mas não é isso que está em questão. Esamos a
falar de um livro de ficção. Nada mais. Não lhe atribuímos mais
significação do que a que deve ter (ou pelo menos, não mais do que a que
atribuímos a qualquer outro livro).
Li o livro depois de ver o filme e, como calculava, num instantinho.
O filme é mau... os flashbacks são ridículos, mas daí a execrável?? Não
será exagero remetê-lo a uma imprecação? A meu ver Dan Brown teve o mérito
de conseguir levar as pessoas a ler um livro, muitas delas o único até
então... E só o facto de o filme dar a conhecer aos mais leigos, algumas
teorias que de outro modo a elas não teriam acesso... já é de louvar!! Pena
que realmente, Ron Howard não o tenha conseguido da melhor forma, mas
reitero que execrável, é um pouco demais, e injusto... pelo menos para Ian
Mckellen!!
todos tem direito a opiniao. Eu nao achei o filme aborrecido. Gostei
bastante. O que nao gostei foi a realizaçao de Ron Howard.
!!Meus amigos isto 'e o ANTI-CRISTO ao vivo.Os cristaos fracassados 'e q
estao a criar o anti-cristianismo para deturpar todo o evangelho(boa
nova)...Portanto cuidem dos vossos coracoes, nao se deixem enganar por
coisas minimas, cientistas e etc, Anteriormente diziam q o homem vem do
Macaco..agora nos dias de hoje , aparece o codico da
vinci..'e mas uma .... para deturpar o EVANGELHO..
!!Meus amigos isto 'e o ANTI-CRISTO ao vivo.Os cristaos fracassados 'e q
estao a criar o anti-cristianismo para deturpar todo o evangelho(boa
nova)...Portanto cuidem dos vossos coracoes, nao se deixem enganar por
coisas minimas, cientistas e etc, Anteriormente diziam q o homem vem do
Macaco..agora nos dias de hoje , aparece o codico da
vinci..'e mas uma .... para deturpar o EVANGELHO..
DISCORDO em número, gênero e grau. A primeira infeliucidade do colega foi
não ter lido o livro, que é uma obra inteligentíssima, que sabe prender o
leitor da 1a a última página. Que estiga, excita, completa... obriga o
leitor a raciocinar. Para ilustras quase 500 páginas de livro, o filme
precisaria ter 5 horas de duração. Não faz sentido as pessoas criticarem o
filme por não ter exatamente tudo o que o livro relata. Assim como não faz
sentido a Igreja Católica com toda arrogância denegrir uma FICÇÃO. O que
ela tem é medo de perder os poucos fiés que lhe restam com seus tantos
escândalos sexuais e pregações retrógradas. Sou católica, tenho fé,
acredito em Deus e AMEI o livro, AMEI o filme. Axo ótimo que as pessoas
tomem gosto pela leitura, que mais e mais obras se tornem best sellers...
qualquer tipo de leitura avle a pena, de Harry Potter a Paulo Coelho... e
porque não Dan Brown.
Eu li todos os livros de Dan Brown, desde da fortaleza digital ate Anjos e
demonios (o melhor na minha opiniao), conspiraçao e Codigo Da Vinci.
..."Não li o livro homónimo de Dan Brown que deu origem a este filme.
Durante aquele pequeno fenómeno tentei ler mas a “qualidade” da escrita
impediu-me de conseguir acompanhar a história sem me deixar profundamente
irritado na forma como os capítulos e a própria narrativa está construída",
por amor de deus vesse mesmo que nao pegaste no livro o que nao gostas de
ler, fg a maneira como ele pega nos personagens, contando as suas
historias, a maneira como ele acaba os capitulos sempre no meio do
desenlaçe, á que dar mérito a quem sabe e se este homem nao soubesse
escrever e nao tivesse originalidade, nao tinha entrevistas com o papa e o
carmelego...o filme, gostei, claro que os livros sao sempre melhores mas
nao esta mal feito e leva-nos á vontade de querer ir para o fim do filme
para saber o que vai acontecer o que e uma coisa boa. Acho que voces nao
devem criticar o que nao sabem, o filme é bom o livro melhor ainda, e a
principal prova disso sao as cabeças que este filme/livro fez rodar.
Parabens a Dan Brown...