
Raramente surgem em cinema objectos de uma pura originalidade que acabam por levar a arte a meandros do inalcançável e que, silenciosamente, acabam por revolucionar o meio como o percepcionamos. The Fountain de Darren Aronofksy é uma dessas obras que toca o impossível e proporciona uma autêntica odisseia dos sentidos, o despertar de novas sensações. “Transcendente” é uma palavra demasiado frívola para descrever um filme que não tem precedentes e que nos envolve (ou não, visto tratar-se já num filme de culto algo incompreendido) de uma forma tão imprevisível, tocante e insubordinada. A visão de Aronofsky é tão única quanto complexa e densa e é das experiências mais singulares passíveis de serem vividas pelo cinema. 
Assino por baixo.
Belíssimo. Uma experiência única. Aronofski revela-se cada vez mais um
visionário da arte do cinema
Sem dúvida, uma experiência única e excepcional, que deve ser vivida nas
salas de cinema, apesar de mais uma vez a distribuidora ter disponibilizado
a brilhante quantidade de duas cópias para todo o país. Bem, sempre são
mais duas do que as que tiveram direito os filmes anteriores de
Aronofsky...
Hoje... estive em vias de ir ver o "véu pintado". Fui ao el corte ingles e
vi que o "The Fountain" já estava em exibição. Fui logo ver, e mais curioso
fiquei depois de ver este post a falar tão bem do filme.
Apenas posso dizer que o filme nos provoca sensações diferentes e unicas à
sua maneira. Este filme, que já espera ser bom, acabou por ser afinal
muitissimo bom, porque conseguiu causar em mim sensações, sentimentos...
consegue tocar nas pessoas. Foi sem duvida que já vi este ano.
No enatanto, se não visse no teu blog este filme, nem dava conta dele. É
ridiculo que em Lisboa apenas esteja em exibição no el corte ingles. Um
filme destes merecia toda a notoriedade possivel para que tal como me tocou
a mim, conseguisse tocar noutras pessoas.
;)
Ao ler o teu comentário sou obrigada a discordar num ponto: a ausência de
precedentes.
Grande filme, senti uma paz enorme a ver o filme! Grande Darren Aronovsky,
ao contrário da opinião geral este filme não fica nada atrás do Requiem for
a dream, muito pelo contrário, além de poupar as diversas questões sobre a
nossa sanidade mental, é uma história com principio meio e fim, com efeitos
visuais inigualáveis! Parabens pelo blog, esse sim merece 5*